
Usada desde o início do século passado, para deixar os alimentos mais saborosos e conservados, a gordura trans é um tipo de gordura produzida industrialmente. E tornou-se uma das principais vilãs das dietas atuais.
A maior concentração dela está nas bolachas, pipocas de microondas, chocolates, sorvetes, salgadinhos, pastéis, folhados, tortas, bolos, tudo o que utiliza as margarinas nas receitas. Os combos servidos nos restaurantes de fast-food estão no topo da lista de alimentos com gordura trans.
Como não é essencial para a saúde, não há um valor recomendado de ingestão. O ideal é não consumi-la nunca, mas a Organização Mundial da Saúde (OMS), ciente da impossibilidade da restrição no mundo atual, recomenda que a ingestão de gordura trans não ultrapasse 1% do valor calórico da dieta. É importante lembrar que não há informação disponível que mostre benefícios a saúde a partir do consumo da mesma.
O fato mais conhecido é que a gordura trans aumenta o LDL (colesterol ruim) e diminui o HDL (colesterol bom) no sangue. Ela também é responsável pela produção da gordura visceral, que se acumula na região da cintura. Isso leva à síndrome metabólica, um conjunto de doenças graves: diabetes, pressão alta, alto nível de colesterol ruim e de triglicérides no sangue o que pode resultar em ataque cardíaco e AVC (acidente vascular cerebral).
Em 2006, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou que o item “gordura trans” passasse a ser impresso na tabela nutricional do rótulo dos alimentos. Com isso, as empresas foram obrigadas a especificar a quantidade total de ácidos graxos trans presentes nos produtos.
Por tanto, se você ler o rótulo de um chocolate da Chocolife, verá que ele é ZERO em gordura trans, apesar de ser um chocolate. E se você experimenta-lo notará que mesmo assim é delicioso. Isso porque a Chocolife se preocupa em fazer um produto de qualidade sem deixar de ser saudável.